O nome próprio tem para uma criança um sentido afetivo que lhe permite reconhecer letras, aperceber-se da sua organização em palavras e que estas se repetem noutras palavras e compreender que o seu nome se escreve sempre da mesma forma…

 

Uma das últimas descobertas do grupo da Sala Branca foi que o nome próprio é composto por várias letras e que, dependendo do mesmo, pode ter mais ou menos letras.

Apesar de este ser um trabalho de aprendizagem e descoberta da escrita, rapidamente foi ampliado à área da matemática pois, as crianças começaram a fazer contagens e comparações. Para facilitar o processo, recorreram à construção de um gráfico com o número de letras do nome de cada criança. Desta forma, conseguiram fazer a organização e a recolha dos dados que pretendiam. Mais tarde, ainda formaram conjuntos com os nomes das crianças cuja quantidade de letras era a mesma. Conceitos matemáticos como mais, menos, igual, maior, menor, entre outros, foram desenvolvidos e consolidados de uma forma lúdica e com sentido afetivo para todo o grupo.

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