Dezembro é o mês do Natal e, à mesa, encontramo-nos com a família, com os amigos, com dezenas de iguarias, calorias e com muitas palavras que esperam a oportunidade do novo ano, para serem ditas corretamente.

Uma das mais importantes diz respeito à figura imaginária que coloca presentes no nosso sapatinho: o Pai Natal.

Agora que o consumismo se generalizou, esse senhor de barbas brancas não vive só na Lapónia, junto com os seus duendes, a ler as cartas das crianças e a preparar presentes, mas começou a ter clones espalhados pelas ruas e pelos centros comerciais, surgindo a necessidade de saber qual é o plural de Pai Natal.

Há quem diga que Pai Natal é só um e, então, devemos dizer os “Pai Natal”; Há quem diga que o Natal é que é só um, pois os pais podem ser muitos e utiliza a expressão “Pais Natal”. Qual a forma mais correta?

Na verdade, a expressão “Natal” em “Pai Natal” é um adjetivo (significa “natalício”) e, como tal, quando nos referimos a mais do que um “Pai Natal”, deverá usar-se o plural “Pais Natais”.

Pai Natal não é um nome composto, não se escreve com hífen e o adjetivo deverá concordar em género com o nome a que se refere.

Desafio 4: Quando a vida ou os contextos nos proporcionarem o encontro com mais do que um senhor generoso e de barbas brancas a oferecer presentes, devemos dirigir-nos aos “Pais Natais” e agradecer!

Evitar açúcares é uma das tarefas mais difíceis para quem se preocupa em ter uma alimentação saudável, ainda mais numa época como esta, que é o Natal, quando temos sempre uma mesa de doces tradicionais.

Por açúcar referimo-nos a todas as palavras terminadas em “ose” e “itol” que constam nos rótulos das embalagens, como por exemplo: glucose, sacarose, frutose, dextrose, sorbitol, poliglicitol, galactose. O açúcar fornece apenas calorias vazias para o organismo porque não tem qualquer valor nutricional, devendo por isso ser evitado.

O açúcar vicia porque estimula a produção da dopamina e de serotonina, dois neurotransmissores que são responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. O consumo excessivo de açúcar deteriora a memória, causa problemas dentários, aumenta o risco de cancro, de envelhecimento precoce, de problemas metabólicos, especialmente obesidade, colesterol alto, hipertensão, níveis elevados de glicemia e insulina.

Os Portugueses consomem em média 98g de açúcar por dia, o que faz cerca de 14 pacotes dos que acompanham o café, já que cada pacote contem cerca de 7g. … Muito deste açúcar é consumido inconscientemente em alimentos que tomamos por inofensivos, como os cereais, o pão de forma, as farinhas lácteas e não lácteas, o fiambre, as carnes frias, as barras de cereais, os enlatados, as bolachas. A lista de alimentos é interminável e muitos deles são comuns em quase todas as cozinhas.

Veja o rótulo, procure não comprar nenhum alimento que nos 3 primeiros ingredientes tenho um açúcar.

A sua saúde vai agradecer!

Mária Benedito

Nutricionista – Cédula Profissional 2845N

Chants and songs have long been recognised as fun and child-friendly tools in both First and Second Language Acquisition (Elizabeth Forester, 2006). As we know, children who are attending primary are the perfect candidates to acquire a foreign language. And our students are no exception! It’s our belief that songs are one of the greatest ways to get through to them, since they can appeal to all types of leaners: visual, auditory and kinaesthetic.

There are many advantages in using songs and chants in class, for example, given their repetitive nature, they allow learners to broaden they vocabulary bank and learn new chunks of language that will help them to communicate in simple daily routines. Furthermore, they help children to memorise new vocabulary (rote learning) and also, help them to improve their sense of rhythm, stress and pronunciation.

In addition, they are an inexhaustible resource and can easily be adapted in order to suit our lessons’ purpose, not to mention the fact that they are highly motivating. Children feel very enthusiastic and eager to participate in class every time they learn a song.

Also, songs will allow children to increase their vocabulary bank and thus help a child to become more specific in his/ her understanding and use of language. It’s extremely important for a child to have a good understanding of different concepts as it assists in their ability to follow instructions and be specific when they are trying to express themselves.

According to the English curriculum, in order to develop the students’ listening skills, it is recommended that teachers use songs and chants that relate words to actions. Also, and thinking about speaking, it is also mentioned, that the focus on songs and chants will help students improve their pronunciation, sense of rhythm and stress. They should also be used as a resource for reading tasks.

Overall, we think that when chosen carefully, taking into consideration the age group of the children, songs can be a great asset to be used in class.


 

Let's sing along

Desde sempre a música é reconhecida como uma ferramenta divertida e apelativa quer na aquisição da língua materna quer na aprendizagem de uma segunda língua. Como sabemos, as crianças que frequentam o 1ºciclo são as candidatas perfeitas para adquirir uma língua estrangeira, dada a sua predisposição para a aprendizagem e os nossos alunos não são exceção! É nossa convicção que as canções são uma das melhores maneiras de chegar até elas, pois podem englobar os três tipos de aprendizagem: visual, auditiva e cinestésica.

Existem muitas vantagens em usar canções e chants em sala de aula, pois dada a sua natureza repetitiva, permitem que os alunos enriqueçam o seu vocabulário e aprendam novos language chunks, que os ajudarão a comunicar em rotinas diárias simples. Além disso, promovem, simultaneamente, a memorização de um novo vocabulário (rote learning) e o sentido de ritmo, entoação e pronúncia.

Além disso, o uso de canções em sala de aula irá fazer com que as crianças aumentem o seu léxico e, assim, melhorem a sua compreensão e uso da linguagem. É extremamente importante que uma criança nesta faixa etária comece a ampliar o seu vocabulário, para que consiga seguir instruções e ser mais proficiente ao nível da expressão oral.

Bem como, o uso de canções em sala de aula irá fazer com que as crianças aumentem o seu léxico e, assim, melhorem a sua compreensão e uso da linguagem. É extremamente importante que uma criança nesta faixa etária comece a ampliar o seu vocabulário, para que consiga seguir instruções e ser mais proficiente ao nível da expressão oral.

De acordo com as Metas de Aprendizagem de Inglês do Ensino Básico (1ºciclo), para que os alunos possam desenvolver a sua compreensão oral (Listening), recomenda-se que os professores usem músicas e chants que relacionem palavras com ações e que estejam de algum modo relacionadas com o dia-a-dia dos alunos. Além disso, e pensando na competência da expressão oral (Speaking), também é referido que o uso de canções ajudará os alunos a melhorar sua pronúncia, entoação e sentido de ritmo, podendo também ser utilizadas como um recurso para atividades de leitura (Reading).

No geral, pensamos que, quando escolhidas cuidadosamente, tendo sempre em consideração a faixa etária dos alunos, as canções/músicas podem ser um recurso muito útil para ser utilizado em sala de aula.

As professoras de Inglês,

Marta Bentes

Susana Costa

Esta imagem está em http://nutrimento.pt/podcast/a-importancia-do-pequeno-almoco-2/

O pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia, pois quebra o jejum da noite que é o maior período de descanso do nosso organismo. Ao pequeno-almoço devem estar presentes os nutrientes necessários para iniciar a atividade diária; deve ser uma refeição equilibrada, saudável e tem de fornecer nutrientes em quantidades adequadas, de modo a oferecer à criança a energia necessária para o desempenho das suas funções.

Este deverá corresponder a cerca de 20-25% da energia total do nosso dia e ser rico em hidratos de carbono complexos, rico em proteínas e com baixo teor de gorduras. Esta refeição deve obrigatoriamente incluir 1 cereal, 1 lacticínio e 1 fruta, como por exemplo uma fruta fresca da época, o pão escuro ou flocos de cereais pouco açucarados, o leite ou iogurte, sem esquecer a imprescindível água, ao iniciar o dia.

Não tomar o pequeno-almoço é, no fundo, prolongar o período de jejum e de recurso corporal às reservas energéticas, sendo esse processo menos eficiente do que a obtenção da energia a partir dos alimentos. Isso provoca uma maior sensação de sonolência e fadiga e a um menor desempenho cognitivo e físico, principalmente no período da manhã. É por isso imprescindível tomar o pequeno-almoço promovendo a saúde e bem-estar!

Mária Benedito

Nutricionista C.V.

Cédula Profissional 2845N

Os tapetes sensoriais são um recurso pedagógico muito utilizado nas salas de Creche que contempla muitos dos objetivos definidos para as crianças desta faixa etária. Podem ser utilizados de diversas formas, dependendo da criatividade e das necessidades e interesses de cada grupo (deitados, sentados, descalços,...).

Nestas idades o contacto com texturas, cores, formas e materiais diversos, desenvolve a perceção das crianças acerca das suas capacidades sensoriais (tátil, visual e auditiva) e a sua relação com o mundo, promovendo ainda o desenvolvimento do vocabulário.

A seleção destes materiais é realizada pelas equipas de sala de forma a proporcionar experiências diferenciadas e motivadoras.

No Colégio do Vale estas atividades são dinamizadas através de explorações ativas livres em que as crianças, dependendo do seu estádio de desenvolvimento, observam, exploram, manipulam e descobrem de uma forma sempre muito lúdica.

A Equipa da Creche do Colégio do Vale

In an increasingly globalized and multicultural world, our children need to acquire the necessary skills to adapt, get involved in and eventually conquer this world.

Learning English from an early age becomes then awfully important, especially since it has become, over the last decades, the lingua franca in every relevant sector, from science to business and economy, from tourism to entertainment, etc.

Giving our children the opportunity of learning English from an early age (from 3 up in our school) is then one of our primary goals, so that they can grow up to be responsible, tolerant adults with a positive input to give to our society.

Learning a language is not only about communication, as practicing sports is not only about developing our children’s physical abilities. The motto of our school is not only to help our students grow up healthy, wise and proactive, but also to provide them with emotional and social forms of intelligence that are most easily acquired while growing up within a culturally, linguistically and often religiously diverse environment.

Establishing an early contact with children and adults from different backgrounds will also help them create an imaginative engagement with the lives of others around the world and solidify bridges of dialogue in all directions, which will prove to be extremely valuable in the future.

To sum up, teaching our children English at an early age is much more than giving them the ability to communicate everywhere around the world. It’s also about providing them with the necessary tools to face all the challenges of living in the diverse and extremely competitive world of the 21st century and, with our contribution, succeed in all of them.

With love, from Colégio do Vale to the world…

The English teachers,

Marta Bentes

Susana Costa


DO COLÉGIO DO VALE PARA O MUNDO…

Num mundo cada vez mais global e multicultural, as nossas crianças necessitam adquirir as competências necessárias para se adaptarem, envolverem e conquistarem o seu futuro.

Aprender inglês a partir do pré-escolar torna-se, por isso, extremamente importante, tendo em conta que, ao longo das últimas décadas, esta língua tornou-se na língua franca dos mais variados sectores da sociedade, da ciência à economia, do turismo ao entretenimento, etc.

O nosso Colégio promove a aprendizagem da língua inglesa a partir dos três anos, de modo a que todos possam crescer para ser adultos integrados numa sociedade global, sendo intervenientes nas mudanças, agentes participativos nas evoluções, revelando capacidades comunicativas de excelência nos diferentes contextos que possam surgir.

Quando se aprende uma língua, não se trata apenas de comunicar, da mesma forma que quando se aprende um desporto, não se trata apenas de desenvolver as capacidades físicas das nossas crianças. A missão do nosso Colégio vai para além de ajudar os nossos alunos a crescer saudáveis, sábios e proativos. É para nós muito importante que eles desenvolvam formas de inteligência social e emocional, que são sem dúvida adquiridas de forma mais natural e intrínseca, quando se cresce num ambiente onde se convive diariamente com a diversidade cultural, linguística e religiosa.

Contactar desde uma primeira infância com crianças e adultos de origens e culturas variadas ajuda as nossas crianças a estabelecer uma ligação mental com o “Outro”, solidificando a sua futura capacidade de estabelecer pontes de diálogo nas mais variadas direções.

Em resumo, ensinar Inglês às nossas crianças do pré-escolar implica muito mais do que a aquisição da possibilidade de comunicar com qualquer outra pessoa, em qualquer lado do mundo. Implica também potenciar a aquisição das ferramentas necessárias para enfrentar com confiança todos os desafios inerentes a viver na competitiva sociedade do século XXI e, com a nossa contribuição, ter sucesso em todos eles.

Do Colégio do Vale para o mundo…

As professoras de Inglês,

Marta Bentes

Susana Costa

A expressão “hábitos de leitura” deixa bem claro que ler não requer nenhum talento ou aptidão natural. É preciso, sim, criar hábitos de leitura! Mas como?

Primeiro de tudo é importante despertar a curiosidade e a paixão pelo conhecimento, depois ser disciplinado e organizado e, por último, criar o espaço de leitura propício, encontrando o tempo certo para ler!

Por isso, é que nós, aqui, no Colégio do Vale somos promotores da LEITURA. Fomos pioneiros em criar o projeto “Toca a Ler!” nas aulas de português de 2º e 3ºciclos! É neste espaço que a leitura é senhora e rainha! Oferecemos ao aluno 10 minutos de possibilidades para se inspirar e ganhar gosto pelo livro e pela leitura! É neste espaço que o aluno aproveita a leitura nas suas mais variadíssimas formas: a desfrutar, a enriquecer a sua língua, a sua cultura literária e a desenvolver o seu imaginário, a sua fantasia! É também aqui que partilhamos as leituras, uns dos outros, e sonhamos juntos com as histórias que emocionam cada um! Sabemos que a leitura quando descoberta, ela torna-se na companhia perfeita!

Para nós, este é o caminho certo que queremos continuar a seguir para formar novos e verdadeiros leitores, criando “hábitos de leitura” saudáveis e aprazíveis!

Nós… lemos!

Ana Isabel Coelho

Ana Paula Trigueiro

Rosália Gonçalves

(Professoras de Português do C.V.)

INCENTIVE OS SEUS FILHOS A PRATICAREM DESPORTO

Sabe que a prática do desporto desenvolve o espírito de equipa e a aquisição de competência morais?

O Desporto Escolar permite às crianças e aos jovens desenvolverem uma série de atributos e qualidades que auxiliarão na formação do seu carácter e que os levarão à aquisição de competências morais. No entanto, este carácter educativo do desporto não se manifesta simplesmente pela prática do mesmo; é necessário que esta seja devidamente orientada por profissionais que lhes proporcionem um ambiente de treino e competição, que dê valor ao respeito, ao espírito de sacrifício, à disciplina e ao empenho.

Nesta perspetiva utilizamos o desporto para educar, como uma maneira das crianças e jovens alcançarem virtudes formativas e experimentarem uma pertença social. No desporto, entre outras coisas, os atletas irão aprender que existem objetivos individuais e coletivos para atingir e que terão de trabalhar para os alcançar. Com a prática do desporto desenvolvem o espírito de equipa e o sentimento de apego a um grupo, que será decisivo na formação da sua personalidade.

“O desporto tem o poder de mudar o mundo…tem o poder de inspirar. Tem o poder de unir um povo como poucas outras coisas podem fazê-lo. Fala aos homens numa linguagem que eles entendem. O desporto pode criar esperança onde antes só havia desespero. É mais poderoso do que os governos a romper barreiras sociais.” Nelson Mandela

Vivenciar o Halloween, apesar de não ser uma tradição do nosso país, é uma fonte de aprendizagem e conhecimento muito rica para todas as crianças, pois promove o desenvolvimento de todas as áreas de conteúdo previstas para a Educação de Infância.

No que diz respeito à área de Expressão e Comunicação esta é desenvolvida através de atividades como histórias, teatro, comunicação das descobertas, pinturas, desenho, escrita (descoberta da palavra aranha;…), consciência fonológica e matemática (conjuntos; quantidades;…)

Ao nível do Conhecimento do Mundo é possível descobrir: teias de aranha no exterior ou como nascem as abóboras e como são por dentro; germinar e semear sementes de abóbora promovem experiências e enriquecem as aprendizagens.

Sendo a Área de Formação Pessoal e Social transversal a todas as outras Áreas de Conteúdo, esta está presente em todo o trabalho educativo.

No Colégio do Vale todo o trabalho planeado pelas equipas tem sempre em conta os objetivos previstos no nosso Projeto Educativo que contempla as grandes linhas das Orientações Curriculares para o Pré-Escolar (OCEPE), nunca esquecendo a componente lúdica, tão importante na vida das nossas crianças.

Anabela Norte e  Andreia Jardim

Coordenação Pedagógica da Creche e Jardim de Infância

No 1º Ciclo do Colégio do Vale dinamizamos há vários anos, o Projeto “Histórias com Arte”, no âmbito da Educação Literária. De história em história a imaginação vai mais além, mas só para quem acredita no poder dos pensamentos. Este projeto tem como principal objetivo sensibilizar e desenvolver nos alunos leituras prazerosas e o envolvimento com as obras literárias.

Promovemos leituras, dramatizações, expressão corporal, motricidade, espirito crítico, inspiração literária e criativa. Consideramos que a escola tem um papel fundamental neste processo, enquanto interveniente educativo, desenvolvendo dinâmicas de grupo, aprendendo a Estar, a Comunicar e a Criar.

Desta forma enriquecedora, professoras e alunos, realizam uma “viagem” pelo mundo das Artes, descobrindo sentimentos, sensações e partilhando muitas emoções. Convidamos, TODOS, a embarcar connosco na aventura que só o bom leitor conhece.

Desta vez, a minha intervenção diz respeito a um verbo que é muito maltratado por todos nós ou, pelo menos, por grande parte de nós!

Frequentemente ouvimos amigos e colegas dizer: “Ele interviu bem.”, “Nós intervimos na situação”, “Eu intervi assim que soube do caso” e não menos frequente vemos alguém engasgar-se quando tenta dizer: “Eu tenho intervido muito na resolução deste problema”. Na verdade, o que devíamos ouvir era: “Ele interveio bem”, “Nós interviemos na situação”, “Eu intervim assim que soube do caso” e “Eu tenho intervindo muito na resolução deste problema”. Parece estranho, mas isso é apenas porque as formas corretas se tornaram pouco frequentes entre os falantes...

Se prestarmos atenção, o verbo “intervir” resulta da junção de “inter” à palavra “vir” e é o verbo “vir” que devemos conjugar quando conjugamos o verbo “intervir”. Deste modo, dizemos “ele veio”, então teremos de dizer “ele interveio”... Tal como dizemos “eu venho” ou “eu vim”, será esperado que afirmemos “eu intervenho” e “eu intervim”. O verbo “intervir” não tem qualquer relação com o verbo “ver” e muito menos com os erros que cometemos na conjugação deste último...

Assim, facilmente conseguiremos aplicar esta regra para verbos como manter, contrapor, predizer, ... Mas, poderemos refletir sobre eles, numa próxima intervenção!

Desafio 3: conjugar o verbo intervir corretamente.

Seriamente falando há modas que me tiram completamente do sério... Alguém decide utilizar uma expressão “alternativa”, com uma pose cheia de seriedade e sapiência e logo surgem os seus acérrimos seguidores, que usam e abusam da originalidade criativa, sem sequer se questionar a origem.

E é assim que surge a expressão “à séria”. Tão cheia de sentido como o interior de um ovo da Páscoa, pois, na verdade, “à séria” não significa especificamente nada, simplesmente porque não existe na língua portuguesa.

Não se trabalha “à séria”, quando trabalhamos com empenho e dedicação; não temos amigos “à séria” quando eles são verdadeiros e não falham; não arranjamos um trabalho “à séria” quando efetivamente conseguimos um grande cargo.

Quem ri “à séria” não ri melhor do que aquele que ri com toda a correção linguística e ri “a sério”, “de verdade”. Efetivamente a expressão “a sério” não tem feminino...

Desafio 2: chutar a expressão à séria do nosso vocabulário.

O jogo heurístico é uma atividade que proporcionamos às nossas crianças de Creche e que consiste na oportunidade que lhe dá de interagirem de uma forma lúdica com uma grande diversidade de objetos, sem a intervenção direta do adulto. É através da sua curiosidade natural que a criança explora e descobre, de uma forma autónoma e voluntária, o comportamento dos objetos no espaço quando os manipulam. Através deste processo pedagógico a criança é levada a descobrir por si o que lhes queremos ensinar.

Os objetos utilizados são divididos em diferentes categorias, e disponibilizados em diferentes momentos. No Colégio do Vale reservamos tempo para explorar objetos naturais, objetos feitos de materiais naturais, objetos de madeira, objetos de metal, objetos de couro, têxteis, borracha e pele…

Do ponto de vista da criança, estes tipos de materiais podem oferecer uma variedade enorme de sensações, segundo a sua perceção, por meio da boca, dos ouvidos, do nariz, da pele e dos músculos, além dos olhos.

O papel do adulto consiste em garantir a segurança por meio da sua presença atenta, mas não ativa, a menos que a criança mostre necessidade. O adulto assume um papel de organizador, facilitador mas não o de iniciador, promovendo assim a exploração ativa, a criatividade, as perceções sobre o mundo e ainda ampliando as possibilidades de escolha e a tomada de decisão de cada criança.

Anabela Norte

Andreia Jardim

(Coordenadoras de Creche e Jardim de Infância C.V.)

Área Reservada