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“À grande e à francesa”

A língua portuguesa é muito rica em expressões populares que usamos diariamente, mas não fazemos a mínima ideia de como elas surgiram.

Este mês, vamos apresentar a expressão “à grande e à francesa”, que significa viver com luxo e muita ostentação.

É muito importante conhecermos os nossos dentes, uma vez que são essenciais para os nossos hábitos básicos como mastigar, falar ou sorrir. Uma boa dentição, durante a infância, facilita o processo de mastigação, aprendizagem da fala e até da respiração e é importante que as crianças percebam como é importante cuidarmos dos dentes.

Os dentes de leite são os primeiros a erupcionar e devem receber de imediato todos os cuidados básicos de higiene. A forma como tratamos os primeiros dentes é que define o crescimento correto dos dentes seguintes.

Diz o ditado que é a dormir que as crianças crescem, e como em todos os ditados populares há alguma verdade neste. Na realidade, a hormona de crescimento é produzida durante o sono no entanto dormir é importante por muitas coisas mais. O sono ocupa um terço do tempo das nossas vidas, desempenhando um papel essencial na manutenção do equilíbrio biológico do sistema nervoso central. A privação do sono na idade adulta modifica a resposta a estímulos exteriores e está claramente associada a sonolência diurna; pelo contrário, nas crianças a privação do sono associa-se frequentemente a perturbações de hiperatividade e défice de atenção, bem como a alterações do comportamento e a depressão em adolescentes.

Brincar é uma das formas mais naturais e divertidas de aprender.

Infelizmente, atualmente, desvalorizamos cada vez mais as brincadeiras, criando alguns preconceitos e ideias estereotipadas: brincar é coisa de crianças; só se deve brincar depois de fazer todos os trabalhos de casa; adultos que brincam são imaturos; brincar é divertido, mas não é útil.

Na verdade, cada vez mais estudos defendem o contrário, revelando que através das brincadeiras, a criança promove o seu próprio processo de aprendizagem, desenvolvendo a atenção, a autonomia, a reflexão, a criatividade. Brincar estimula o conhecimento de si próprio e dos outros, ajudando na conceção que fazemos do mundo que nos rodeia, através da exploração, da experimentação de diferentes papéis e até da gestão de conflitos.

Este mês falamos de NATAL! É impossível chegar a dezembro e não falar do Natal! É a altura mais maravilhosa do ano. Durante algumas semanas, o mundo ganha um brilho mágico, as pessoas parecem mais alegres e até o inverno parece mais acolhedor. Há um clima diferente no ar, votos de felicidade, mãos estendidas, confraternizações e brilhos estão por todo o lado! Por onde quer que andemos, as luzes piscam entre cores e formas, convidando-nos à celebração.

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, já dizia Camões. Num mundo em constante mudança, não podemos permanecer na segurança de caminhos já trilhados e precisamos de nos renovar constantemente e de questionar antigas certezas e determinados paradigmas.

A existência ou não de trabalhos de casa tem sido um tema polémico e muito pouco consensual. De um lado, estão aqueles que encontram no famoso “TPC” uma oportunidade para consolidar os conhecimentos, vendo-o como um instrumento pedagógico; do outro, estão os que defendem que os trabalhos de casa são dispensáveis, inúteis, retiram tempo à família e violam os direitos da criança/ adolescente no que diz respeito ao seu espaço para desenvolver outras atividades.

E qual a posição do Colégio do Vale relativamente a este tema?

Como profissionais atentos e que conhecem a realidade escolar, acreditamos que a resposta certa não está na criação de uma regra aplicada em todos os casos e em todos os contextos, mas num envolvimento aluno a aluno, tentando orientá-los num modelo que responda às suas necessidades individuais. Desta forma, o “trabalho de casa” no seu formato mais “tradicional”, torna-se incompatível com o percurso que pretendemos para os nossos jovens. Na verdade, não faz sentido que um aluno que precise de consolidar um conteúdo de Ciências Naturais em casa ou que precise de reforçar uma estrutura gramatical de Inglês, esteja toda a tarde a realizar um trabalho de Matemática, sobre uma matéria que domine completamente.

No Colégio do Vale, o trabalho de casa tornou-se, deste modo, a exceção (e não a regra!), para que o trabalho em casa possa ser gerido de forma mais específica e individual. Acreditamos que os momentos de lazer são importantes, mas que o trabalho de consolidação das aprendizagens também é fundamental e que a gestão desses momentos irá contribuir para o desenvolvimento de uma criança mais segura, mais competente, mais autónoma e mais feliz!

Como se pode explicar tanto nervosismo ou tanta ansiedade?

Talvez já se tenha interrogado porque é que, se o seu filho estuda e os professores dizem que tem capacidades, as notas nem sempre correspondem. Ou, por vezes depara-se em casa com um grande nervosismo antes dos testes, provas ou exames, traduzido em irritabilidade, agitação, resmunguice, alterações no sono e no apetite…

São os testes escritos, as provas de aferição, os exames nacionais, as apresentações orais, as questões-aula,… Todos podem funcionar como gatilhos para a ansiedade. Ansiedade essa que, quando sobe de intensidade, nos faz desacreditar, querer “fugir”, bloquear… e faz surgir comentários como:

“Eu até sabia a matéria toda, mas bloqueei.”

“Para quê estudar se corre sempre mal?! Vou tirar negativa.”

“Estou cheia de medo. Se correr mal, os meus pais vão pôr-me de castigo”.

“Mesmo se tirar uma boa nota, os meus pais dizem-me sempre ainda podias ter feito melhor.”

“Ter para os alfinetes”

A língua portuguesa é muito rica em expressões populares que usamos diariamente, mas não fazemos a mínima ideia de como elas surgiram.

A importância da leitura nas férias

No período das férias escolares é natural que as crianças e jovens queiram acordar mais tarde e aproveitar o tempo livre à vontade. Muitos deles passam o dia a ver televisão ou a navegar na internet, tornando a leitura pouco procurada nos momentos de lazer.

Contudo, não é porque estão longe da escola que se devem afastar dos livros, afinal, eles são uma fonte inesgotável de prazer, que aguça a imaginação e, quanto mais cedo os pais ficarem cientes da relevância da leitura, mais experiências literárias surpreendentes os filhos terão ao longo da vida.

Muito frequentemente, nos cafés mais requintados ou nos mais tradicionais dos bairros lisboetas, acabamos sempre por ser “participantes à força” de um diálogo que quase conhecemos de cor. Após o nosso pedido: “Eu queria um copo de água, por favor”, surge o famoso: “Queria? Já não quer?”, seguido do seu companheiro: “Copo de água, não temos... Só de vidro!”. Esta sequência previsível acaba, no entanto, por gerar algumas confusões junto daqueles que a ouvem, hesitando na forma mais correta de pedir água, acabando por corrigir para “copo com água”.

Para que não “metamos mais água”, importa compreender a expressão “copo de água”, pois está correta e não deve ser substituída... Na verdade, quando pedimos um “copo de água”, a palavra que está subentendida é “cheio” e não “feito”. O mesmo acontece com a “chávena de chá”, o “maço de tabaco”, o “frasco de perfume”, a “colher de açúcar” ou até com a “garrafa de vinho”, só para citar alguns. Desta forma, “copo com água” só surge quando estamos a falar da quantidade indeterminada de água que o copo tem.

Desafio 8: Utilizar a expressão “copo de água” sem hesitar, porque não estamos a errar!

“Rés-vés Campo de Ourique”

A língua portuguesa é muito rica em expressões populares que usamos diariamente, mas não fazemos a mínima ideia de como elas surgiram.

Este mês, vamos apresentar a expressão “Rés-vés Campo de Ourique”, que significa ficar muito perto de alcançar algo.

A expressão remonta a 1755 e à altura do terramoto que destruiu Lisboa, assolando ruas e becos até à zona de Campo de Ourique, que ficou intacta. O fenómeno sísmico destruiu a capital “rés-vés Campo de Ourique” e foi a partir daí que a expressão se generalizou.

Por volta do meio-dia, hesitamos se devemos cumprimentar dizendo “Bom dia!” ou “Boa tarde”, mas é precisamente trinta minutos depois que surge a confusão. Quando são 12h30, devemos dizer “meio-dia e meio” ou “meio-dia e meia”?

Há quem diga que ambas as versões estão corretas, que é facultativo, opcional. Também há quem defenda que, se o correto é “meio-dia”, então devemos dizer “dia e meio”, por uma questão de coerência. Ambas as opiniões estão incorretas.

Os jogos, os desafios, ou qualquer outra atividade lúdica, prendem a atenção, entusiasmam, estimulam diversos sentidos e, quando utilizados como recursos pedagógico-didáticos, permitem que os alunos adquiram e desenvolvam algumas competências, sobretudo na área da Matemática.

Através da utilização de jogos, os alunos são estimulados a pensar, a refletir, a estarem concentrados na procura e aperfeiçoamento de estratégias e a tomarem decisões, desenvolvendo-se desta forma capacidades de raciocínio lógico, pensamento abstrato, memorização e, em alguns casos, de cálculo. Também a competição saudável é importante e cria estímulos, uma vez que os alunos procuram vencer ou atingir os objetivos, sendo para isso a imaginação e a criatividade pilares essenciais para um bom desempenho. Os jogos favorecem a discussão e o debate, fatores estes que enriquecem a socialização e a interação entre os jovens, podem ainda contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de respeito recíproco e ética.

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