O pai do Pedro ofereceu barro à Sala Amarela e, com entusiasmo, todos queriam começar logo a trabalhar. Como a última experiência com barro não tinha corrido muito bem, os adultos sugeriram pedir ajuda à Professora Sofia Gargalo.

 

Surgiu logo a primeira questão “Mas a professora de informática também sabe fazer barro?”. Pois é verdade, a Professora Sofia também é professora de Educação Tecnológica. Após o convite e terem agendado uma sessão, a Sofia foi à Sala falar sobre o barro, as suas caraterísticas, como trabalhar o barro, a cozedura, que objetos conheciam feitos com barro e ainda partilhou alguns feitos por si…

Por fim, no átrio do Colégio, a Sofia, colocando a mão na “massa”, ou melhor, no barro e foi explicando.

Na Sala, o grupo experimentou construir um prato com textura e recordou o que fizeram e aprenderam:

“Amassámos o barro e mandámos para o chão com muita força. Para tirar as bolinhas no barro senão estala e parte. Utilizámos o rolo (da massa). Depois de esticar colocámos o naperon e temos que fazer com um rolo. Fizemos um prato. Usámos naperon para fazer uma textura no barro. O barro tem que ficar no forno a cozer”

Quando não se sabe, pergunta-se! Foi o que a Sala Amarela fez.

A partir de um problema, o grupo procura respostas com a ajuda de livros, com o conhecimento dos pais, da internet ou com a ajuda de alguém especializado no assunto. O conhecimento de um gera conhecimento noutros, pois é essa a prática dos circuitos de comunicação e difusão de saberes no Movimento da Escola Moderna.

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