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In an increasingly globalized and multicultural world, our children need to acquire the necessary skills to adapt, get involved in and eventually conquer this world.

Learning English from an early age becomes then awfully important, especially since it has become, over the last decades, the lingua franca in every relevant sector, from science to business and economy, from tourism to entertainment, etc.

Giving our children the opportunity of learning English from an early age (from 3 up in our school) is then one of our primary goals, so that they can grow up to be responsible, tolerant adults with a positive input to give to our society.

Vivenciar o Halloween, apesar de não ser uma tradição do nosso país, é uma fonte de aprendizagem e conhecimento muito rica para todas as crianças, pois promove o desenvolvimento de todas as áreas de conteúdo previstas para a Educação de Infância.

No que diz respeito à área de Expressão e Comunicação esta é desenvolvida através de atividades como histórias, teatro, comunicação das descobertas, pinturas, desenho, escrita (descoberta da palavra aranha;…), consciência fonológica e matemática (conjuntos; quantidades;…)

Ao nível do Conhecimento do Mundo é possível descobrir: teias de aranha no exterior ou como nascem as abóboras e como são por dentro; germinar e semear sementes de abóbora promovem experiências e enriquecem as aprendizagens.

Sendo a Área de Formação Pessoal e Social transversal a todas as outras Áreas de Conteúdo, esta está presente em todo o trabalho educativo.

No Colégio do Vale todo o trabalho planeado pelas equipas tem sempre em conta os objetivos previstos no nosso Projeto Educativo que contempla as grandes linhas das Orientações Curriculares para o Pré-Escolar (OCEPE), nunca esquecendo a componente lúdica, tão importante na vida das nossas crianças.

Anabela Norte e  Andreia Jardim

Coordenação Pedagógica da Creche e Jardim de Infância

Seriamente falando há modas que me tiram completamente do sério... Alguém decide utilizar uma expressão “alternativa”, com uma pose cheia de seriedade e sapiência e logo surgem os seus acérrimos seguidores, que usam e abusam da originalidade criativa, sem sequer se questionar a origem.

E é assim que surge a expressão “à séria”. Tão cheia de sentido como o interior de um ovo da Páscoa, pois, na verdade, “à séria” não significa especificamente nada, simplesmente porque não existe na língua portuguesa.

Não se trabalha “à séria”, quando trabalhamos com empenho e dedicação; não temos amigos “à séria” quando eles são verdadeiros e não falham; não arranjamos um trabalho “à séria” quando efetivamente conseguimos um grande cargo.

Quem ri “à séria” não ri melhor do que aquele que ri com toda a correção linguística e ri “a sério”, “de verdade”. Efetivamente a expressão “a sério” não tem feminino...

Desafio 2: chutar a expressão à séria do nosso vocabulário.

Esta imagem está em http://nutrimento.pt/podcast/a-importancia-do-pequeno-almoco-2/

O pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia, pois quebra o jejum da noite que é o maior período de descanso do nosso organismo. Ao pequeno-almoço devem estar presentes os nutrientes necessários para iniciar a atividade diária; deve ser uma refeição equilibrada, saudável e tem de fornecer nutrientes em quantidades adequadas, de modo a oferecer à criança a energia necessária para o desempenho das suas funções.

Este deverá corresponder a cerca de 20-25% da energia total do nosso dia e ser rico em hidratos de carbono complexos, rico em proteínas e com baixo teor de gorduras. Esta refeição deve obrigatoriamente incluir 1 cereal, 1 lacticínio e 1 fruta, como por exemplo uma fruta fresca da época, o pão escuro ou flocos de cereais pouco açucarados, o leite ou iogurte, sem esquecer a imprescindível água, ao iniciar o dia.

Não tomar o pequeno-almoço é, no fundo, prolongar o período de jejum e de recurso corporal às reservas energéticas, sendo esse processo menos eficiente do que a obtenção da energia a partir dos alimentos. Isso provoca uma maior sensação de sonolência e fadiga e a um menor desempenho cognitivo e físico, principalmente no período da manhã. É por isso imprescindível tomar o pequeno-almoço promovendo a saúde e bem-estar!

Mária Benedito

Nutricionista C.V.

Cédula Profissional 2845N

A expressão “hábitos de leitura” deixa bem claro que ler não requer nenhum talento ou aptidão natural. É preciso, sim, criar hábitos de leitura! Mas como?

Primeiro de tudo é importante despertar a curiosidade e a paixão pelo conhecimento, depois ser disciplinado e organizado e, por último, criar o espaço de leitura propício, encontrando o tempo certo para ler!

Por isso, é que nós, aqui, no Colégio do Vale somos promotores da LEITURA. Fomos pioneiros em criar o projeto “Toca a Ler!” nas aulas de português de 2º e 3ºciclos! É neste espaço que a leitura é senhora e rainha! Oferecemos ao aluno 10 minutos de possibilidades para se inspirar e ganhar gosto pelo livro e pela leitura! É neste espaço que o aluno aproveita a leitura nas suas mais variadíssimas formas: a desfrutar, a enriquecer a sua língua, a sua cultura literária e a desenvolver o seu imaginário, a sua fantasia! É também aqui que partilhamos as leituras, uns dos outros, e sonhamos juntos com as histórias que emocionam cada um! Sabemos que a leitura quando descoberta, ela torna-se na companhia perfeita!

Para nós, este é o caminho certo que queremos continuar a seguir para formar novos e verdadeiros leitores, criando “hábitos de leitura” saudáveis e aprazíveis!

Nós… lemos!

Ana Isabel Coelho

Ana Paula Trigueiro

Rosália Gonçalves

(Professoras de Português do C.V.)

No 1º Ciclo do Colégio do Vale dinamizamos há vários anos, o Projeto “Histórias com Arte”, no âmbito da Educação Literária. De história em história a imaginação vai mais além, mas só para quem acredita no poder dos pensamentos. Este projeto tem como principal objetivo sensibilizar e desenvolver nos alunos leituras prazerosas e o envolvimento com as obras literárias.

Promovemos leituras, dramatizações, expressão corporal, motricidade, espirito crítico, inspiração literária e criativa. Consideramos que a escola tem um papel fundamental neste processo, enquanto interveniente educativo, desenvolvendo dinâmicas de grupo, aprendendo a Estar, a Comunicar e a Criar.

Desta forma enriquecedora, professoras e alunos, realizam uma “viagem” pelo mundo das Artes, descobrindo sentimentos, sensações e partilhando muitas emoções. Convidamos, TODOS, a embarcar connosco na aventura que só o bom leitor conhece.

O jogo heurístico é uma atividade que proporcionamos às nossas crianças de Creche e que consiste na oportunidade que lhe dá de interagirem de uma forma lúdica com uma grande diversidade de objetos, sem a intervenção direta do adulto. É através da sua curiosidade natural que a criança explora e descobre, de uma forma autónoma e voluntária, o comportamento dos objetos no espaço quando os manipulam. Através deste processo pedagógico a criança é levada a descobrir por si o que lhes queremos ensinar.

Os objetos utilizados são divididos em diferentes categorias, e disponibilizados em diferentes momentos. No Colégio do Vale reservamos tempo para explorar objetos naturais, objetos feitos de materiais naturais, objetos de madeira, objetos de metal, objetos de couro, têxteis, borracha e pele…

Do ponto de vista da criança, estes tipos de materiais podem oferecer uma variedade enorme de sensações, segundo a sua perceção, por meio da boca, dos ouvidos, do nariz, da pele e dos músculos, além dos olhos.

O papel do adulto consiste em garantir a segurança por meio da sua presença atenta, mas não ativa, a menos que a criança mostre necessidade. O adulto assume um papel de organizador, facilitador mas não o de iniciador, promovendo assim a exploração ativa, a criatividade, as perceções sobre o mundo e ainda ampliando as possibilidades de escolha e a tomada de decisão de cada criança.

Anabela Norte

Andreia Jardim

(Coordenadoras de Creche e Jardim de Infância C.V.)

O livro “Andar à Toa na Estrada Não é uma Boa!”, circulou com toda a cor e alegria pelo Colégio do Vale, apresentado pela autora Paula Farinhas, aos alunos de JI e 1ºCEB, as principais regras de segurança rodoviária. Através de uma apresentação fascinaste, com vários tipos de comunicação, a língua gestual e a dramatização tiveram especial destaque!

E porque as crianças merecem, a atividade realizou-se com bastante interação entre todos, pois a brincar… falava-se de um assunto sério:

- A Prevenção e Segurança Rodoviária, onde o civismo é a palavra de ordem!

Foi apresentada uma “fábula”, onde foram retratados os comportamentos negativos dos automobilistas e peões que ignoram as regras de “andar” na estrada, provocando desgaste físico e psicológico aos utentes da via pública.

Ao longo da história, foram apresentadas possíveis saídas para que andar na estrada e na rua seja um motivo de prazer e não uma questão de vida ou de morte.

Os alunos compreenderam o quanto é preciso – urgentemente - que se mude de atitude quando se circula na estrada!

Certo dia, enquanto nos despachávamos para ir para a escola, a minha filha Joana, (que na altura devia ter uns três anos e meio), iniciou um diálogo que nunca hei de esquecer:

- Mamã... Ajuda-me a calçar o téni!

- Joana... Tens de dizer: “Ajuda-me a calçar o ténis” – expliquei com mais paciência do que o tempo que tínhamos para chegar a horas – Dizemos um ténis, dois ténis, o ténis, os ténis... É como com a palavra “lápis”... Não dizes: “Vou pintar com este lápi”, pois não?

A Joana olhou para mim, com os seus olhos radiantes de admiração e respondeu: - Não, mamã... Não digo! Eu pinto sempre com canetas!

Este momento foi hilariante, mas... Não foi único! O téni parece-me teimoso, insiste em ficar e acabo por ouvi-lo proferido por muitos amigos e nos mais variados contextos, mesmo quando queremos correr com ele para fora do nosso vocabulário.

Na verdade, há uma razão para cometermos este erro. A palavra ténis provém do inglês “tennis” e tem a mesma forma para o singular e para o plural, mas algumas pessoas consideram a consoante –s, como um sufixo do plural e acabam por retirá-lo, quando querem referir-se ao objeto no singular.

Importa compreender que, em português, a palavra “ténis” é utilizada independentemente de ser singular ou plural, tal como acontece em palavras como “pires” ou “lápis”.

Desafio 1: chutar a palavra téni do nosso vocabulário.

A rapidez e facilidade com que se navega na internet são ingredientes que combinados com o sedentarismo e pensamentos conturbados, tornam esta uma poderosa arma virtual da denominada Era Digital.

A nova tecnologia tem atualmente um grande impacto no dia a dia da sociedade, cada vez mais dependente. Nos dias de hoje, são inúmeras as crianças e adolescentes que passam cada vez mais tempo em frente a um ecrã. A internet passou a fazer parte do seu quotidiano e tornou-se impensável viver sem ela. Este é o risco que requer especial atenção por parte de todos: pais, professores, auxiliares, entre os demais intervenientes na formação das jovens.

Os jogos em rede têm cada vez mais adeptos e requerem muitas vezes o contacto (virtual) entre jogadores através dos chat’s, uma porta aberta ao ciberbulling. O lugar que outrora era de certa forma um porto seguro, tornou-se agora mais um palco de insegurança e isolamento.

O papel das redes sociais no contacto e aproximação entre indivíduos é muitas vezes desvirtuado como um meio de ameaça e domínios entre os mais novos. O tão falado jogo da “Baleia Azul” procura nos jovens e nas suas inseguranças e vulnerabilidades o mote para a desafiar os potencias jogadores, as principais vítimas. Cinquenta “desafios”, cuja amaioria atenta à integridade física, culminando com o suicídio, é este o objetivo neste jogo em que não existem vencedores.

É importante estar alerta, perceber que existe um lado perverso na internet, existe um sem-número de vantagens nesta ferramenta, contudo é necessário perceber que como ensinamos os mais novos que para atravessar a estrada é necessário olhar para um lado e para o outro, também temos de ensinar os nossos jovens a navegar na internet, a “olhar para um lado e para o outro”!

Prof. Patrícia Gomes

Prof. Tiago Loureiro

Conquista é a palavra que escolhemos para atribuir à “proibição” da utilização do telemóvel no colégio.

E porquê?

Nós auxiliares dos recreios verificamos diariamente esta conquista na socialização dos nossos jovens, que este ano létivo brincam, riem, conversam, discutem os seus pontos de vista.

O campo de futebol voltou a ganhar vida em todos os intervalos, bem como o de basquete e de volley sempre preenchidos.

O material da sala de convívio voltou a ser requisitado.

É de salutar e deveras compensador ver a alegria das nossas crianças e jovens a interagirem. Procuramos sempre ajudar os nossos jovens a encontrarem o caminho do equilíbrio e a levarem consigo uma bagagem cheia de boas memórias, nesta Escola da vida…

Auxiliares do Colégio do Vale, a Melhor Escola do País.