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Por vezes, a língua portuguesa oferece-nos palavras sinónimas que, no entanto, não podem ser utilizadas nos mesmos contextos. É o que acontece, por exemplo, com as palavras “aderência” e “adesão”.

Deparamos frequentemente com a expressão: “a aderência do público a este filme”, “a aderência dos alunos ao projeto”, quando a forma correta seria “a adesão do público a este filme” e “a adesão dos alunos ao projeto”, pois aqui o significado de “junção” está associado a um pensamento, a uma vontade de quem adere, de quem escolhe.

A palavra “aderência” designa algo que é aderente, num contexto em que há ligação de superfícies ou de uma substância a outra. Dizemos que, quando chove, há menos “aderência dos pneus à estrada” ou falamos da “aderência da fita-cola ao papel” ou da “aderência da cola aos dedos” ou da “aderência da tinta à madeira”.

Em qualquer contexto ou situação pode surgir a necessidade de utilizarmos o plural da palavra "qualquer" e, não raramente, hesitamos entre "qualqueres" ou "quaisqueres".

A palavra "qualquer", contudo, não tem quaisquer dúvidas, pois ocorre da junção de duas palavras ("qual" e "quer"), sendo o primeiro, um termo que apresenta flexão em número (de "qual" para o plural "quais"), enquanto o segundo termo, sendo um verbo, permanece inalterável ("quer").

Porque o saber não ocupa lugar e em alimentação nunca é demais saber, realizei, durante o mês de fevereiro, com os alunos dos 2º e 3º ciclos do Colégio do Vale, pequenos workshops com o tema - Roda dos Alimentos e Alimentação saudável.

"Os saberes atuais só têm sentido se estiverem articulados com os anteriores e perspetivarem os posteriores".

A transição entre ciclos de ensino é hoje reconhecida por todos como um dos pontos críticos dos sistemas educativos, não só em virtude de envolver a transição de alunos de uma escola com um determinado espaço, organização e funcionamento, para outro espaço, dentro da mesma escola, onde estes elementos se configuram de forma diferente, como pela transição de um currículo para outro, com diferentes matrizes de construção e desenvolvimento.

Dezembro é o mês do Natal e, à mesa, encontramo-nos com a família, com os amigos, com dezenas de iguarias, calorias e com muitas palavras que esperam a oportunidade do novo ano, para serem ditas corretamente.

Uma das mais importantes diz respeito à figura imaginária que coloca presentes no nosso sapatinho: o Pai Natal.

Agora que o consumismo se generalizou, esse senhor de barbas brancas não vive só na Lapónia, junto com os seus duendes, a ler as cartas das crianças e a preparar presentes, mas começou a ter clones espalhados pelas ruas e pelos centros comerciais, surgindo a necessidade de saber qual é o plural de Pai Natal.

A expressão musical na Creche do Colégio do Vale insere-se no âmbito da "música para bebés", tão divulgada nos tempos que correm, face aos benefícios que promove. As sessões quinzenais entram na rotina dos bebés através de sons e movimentos, proporcionando ocasiões de descoberta lúdica. Momentos destes são de grande importância, pois que a música representa desenvolvimento intelectual, auditivo, sensorial, da linguagem e motor das crianças.

Sendo uma atividade coletiva, promove também o desenvolvimento da socialização e partilha, construindo assim a noção de grupo. Enquanto algumas crianças apenas baloiçam o corpo outras já desenvolvem movimentos associados ao ritmo, como bater as palmas, bater os pés, …, juntando assim o sentido rítmico à coordenação motora.

A relação entre o Homem e a música é em tudo semelhante à relação da galinha com o ovo. Desde que há memória que a música acompanha o Homem, da era primitiva até aos nossos dias, este é tido como um ser musical e a música é sua propriedade exclusiva, é algo que se desenvolveu com o ser humano, é-lhe indissociável e faz parte do processo de humanização, ou seja, o Homem desenvolve e a música desenvolve-se com ele.

Janeiro é o primeiro mês de um novo ano. Altura de saldos e de balanços e também de trocar algumas prendas.

Voltamos a encher as lojas e os centros comerciais e por todo o lado se ouve alguém dizer que tem de ir "destrocar" não sei o quê, não sei onde... Também nos nossos locais de trabalho acabamos por pedir para "destrocar" uma nota por algumas moedas, para podermos ir à máquina do café.

Evitar açúcares é uma das tarefas mais difíceis para quem se preocupa em ter uma alimentação saudável, ainda mais numa época como esta, que é o Natal, quando temos sempre uma mesa de doces tradicionais.

Por açúcar referimo-nos a todas as palavras terminadas em “ose” e “itol” que constam nos rótulos das embalagens, como por exemplo: glucose, sacarose, frutose, dextrose, sorbitol, poliglicitol, galactose. O açúcar fornece apenas calorias vazias para o organismo porque não tem qualquer valor nutricional, devendo por isso ser evitado.

Os tapetes sensoriais são um recurso pedagógico muito utilizado nas salas de Creche que contempla muitos dos objetivos definidos para as crianças desta faixa etária. Podem ser utilizados de diversas formas, dependendo da criatividade e das necessidades e interesses de cada grupo (deitados, sentados, descalços,...).

Nestas idades o contacto com texturas, cores, formas e materiais diversos, desenvolve a perceção das crianças acerca das suas capacidades sensoriais (tátil, visual e auditiva) e a sua relação com o mundo, promovendo ainda o desenvolvimento do vocabulário.

INCENTIVE OS SEUS FILHOS A PRATICAREM DESPORTO

Sabe que a prática do desporto desenvolve o espírito de equipa e a aquisição de competência morais?

O Desporto Escolar permite às crianças e aos jovens desenvolverem uma série de atributos e qualidades que auxiliarão na formação do seu carácter e que os levarão à aquisição de competências morais. No entanto, este carácter educativo do desporto não se manifesta simplesmente pela prática do mesmo; é necessário que esta seja devidamente orientada por profissionais que lhes proporcionem um ambiente de treino e competição, que dê valor ao respeito, ao espírito de sacrifício, à disciplina e ao empenho.

Desta vez, a minha intervenção diz respeito a um verbo que é muito maltratado por todos nós ou, pelo menos, por grande parte de nós!

Frequentemente ouvimos amigos e colegas dizer: “Ele interviu bem.”, “Nós intervimos na situação”, “Eu intervi assim que soube do caso” e não menos frequente vemos alguém engasgar-se quando tenta dizer: “Eu tenho intervido muito na resolução deste problema”. Na verdade, o que devíamos ouvir era: “Ele interveio bem”, “Nós interviemos na situação”, “Eu intervim assim que soube do caso” e “Eu tenho intervindo muito na resolução deste problema”. Parece estranho, mas isso é apenas porque as formas corretas se tornaram pouco frequentes entre os falantes...

Chants and songs have long been recognised as fun and child-friendly tools in both First and Second Language Acquisition (Elizabeth Forester, 2006). As we know, children who are attending primary are the perfect candidates to acquire a foreign language. And our students are no exception! It’s our belief that songs are one of the greatest ways to get through to them, since they can appeal to all types of leaners: visual, auditory and kinaesthetic.

There are many advantages in using songs and chants in class, for example, given their repetitive nature, they allow learners to broaden they vocabulary bank and learn new chunks of language that will help them to communicate in simple daily routines. Furthermore, they help children to memorise new vocabulary (rote learning) and also, help them to improve their sense of rhythm, stress and pronunciation.