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Brincar!

É comum ouvirmos a frase “vamos ao parque para eles [as crianças] brincarem um bocadinho!” Facto é que, este “bocadinho”, vai muito para além da socialização inerente a cada interação com os pares e do desenvolvimento motor que as estruturas lúdicas e estimulantes tão bem proporcionam. O espaço exterior potencia uma diversidade de experiencias ao ar livre que são repletas de estímulos sensoriais que promovem aprendizagens e bem-estar nas crianças.

No Colégio do Vale, proporcionamos diversas atividades de exploração direta com os elementos da Natureza, numa abordagem multissensorial tão importante para as crianças. Assim, criamos momentos favoráveis para a construção de conhecimentos, através de ações que estas praticam no mundo que as rodeia fora das salas.

Brincar com as folhas que caem no chão, com a areia que teima em escorrer por entre os dedos, com as pedras e galhos pequenos que se transformam em construções temporárias, estimulam a criatividade e enriquecem as brincadeiras. As histórias, a música e as artes plásticas também “saem à rua” e são inspiradas pelos sons, cores e cheiros que a Natureza oferece! Objetos convencionais, como panelas, colheres, baldes e tantos outros, que, juntamente com areia, água e folhas ampliam as descobertas que fazem em cada brincadeira, em cada movimento.

É fundamental Brincar!... Brincar no parque, no jardim, na praia, no campo, na horta…Brincar sozinho ou acompanhado.

A Natureza e a Criatividade são aliados perfeitos, nesta missão que é Crescer Saudável!

“Coisas do Arco-da-Velha”

Durante os últimos meses, apresentámos algumas das expressões populares que usamos diariamente, justificando a forma como surgiram na nossa língua. Desta vez, vamos referir a expressão que dá título a esta secção, surgindo “coisas do arco-da-velha” como uma expressão dirigida a algo verdadeiramente espantoso ou inacreditável.

A expressão tem origem no Antigo Testamento da Bíblia, onde o “Arco da Lei Velha” é uma referência ao arco-íris, que surgiu após o dilúvio, como sinal da promessa que Deus fez a Noé de que não voltaria a provocar um dilúvio sobre a Terra. A expressão foi simplificada para “arco-da-velha” e, perdendo-se a referência bíblica inicial, há quem diga que a expressão explica o facto de viver uma velha no arco-íris, sendo a curvatura do arco provocada pela curvatura das costas da mulher.

“Gatos pingados”

A língua portuguesa é muito rica em expressões populares que usamos diariamente, mas não fazemos a mínima ideia de como elas surgiram.

Este mês, vamos apresentar a expressão “gatos pingados”, que surge num sentido depreciativo, quando queremos referir-nos a algo insignificante, a uma suposta inferioridade numérica.

A expressão remonta a uma época em que, no Japão, se fazia uma tortura realizada em espaços públicos e que consistia em colocar pingas de óleo a ferver em gatos. Esta crueldade acabava por ter pouca assistência por ser um ato que não despertava interesse nem curiosidade e, por essa razão, a expressão generalizou-se para situações ou eventos com pouca adesão de participantes.

Prof.ª Ana Coelho

Docente de Português e Francês

“Lágrimas de crocodilo”

A língua portuguesa é muito rica em expressões populares que usamos diariamente, mas não fazemos a mínima ideia de como elas surgiram.

Este mês, vamos apresentar a expressão “lágrimas de crocodilo”, que utilizamos quando alguém faz um choro fingido, não sentido.

A expressão utiliza-se porque, quando um crocodilo mastiga, pressiona o céu da boca com tanta força que acaba por comprimir as glândulas lacrimais. Deste modo, o crocodilo chora enquanto devora as suas vítimas, sendo um verter de lágrimas provocado pela avidez com que ingere a sua presa e, por esta razão, a expressão “lágrimas de crocodilo” generalizou-se para as situações em que o choro é falso e sem emoção.

O Eco-Escolas é um programa internacional, coordenado em Portugal pela Associação Bandeira Azul. A sua metodologia visa garantir a participação das crianças e jovens na tomada de decisões, envolvendo-os assim na construção de uma escola e de uma comunidade mais sustentáveis.

No âmbito do programa Eco-Escolas, que tem sido desenvolvido desde o ano de 2013 na nossa escola, e depois de mais um ano de trabalho em prol da educação para a cidadania ambiental, foi-nos atribuído o galardão Eco-Escolas 2018, simbolizado na bandeira verde que nós orgulhosamente hasteamos na entrada do nosso Colégio. Este galardão, existente em cerca de 51000 escolas de 67 países, tem como principal objetivo mostrar a prioridade que a nossa escola dá na formação dos nossos alunos para a educação ambiental para a sustentabilidade.

Numa altura em que a população mundial está mais desperta para temas como as alterações climáticas, a alimentação saudável e sustentável, a biodiversidade, as energias renováveis, a falta de água potável, os resíduos criados pelo homem, o abate de árvores, o aquecimento global, o lixo nos oceanos, entre muitos outros, o Colégio do Vale quer estar na linha da frente para a consciencialização da nossa comunidade educativa daquilo que podemos e devemos fazer, pois o Planeta Terra é a nossa casa.

Uma das iniciativas é a limpeza de uma das nossas praias, de modo a dar o nosso contributo para aquela que é uma das pérolas do nosso concelho e acreditando estar, desta forma, a participar ativamente na consciencialização para o problema da poluição das praias e das nossas águas.

Estamos a desenvolver também o projeto “Horta Biológica”, que é um desafio que pretende envolver a escola e a comunidade escolar, através da criação de um espaço onde se pode aprender mais, explorar mais, contactar com a terra, criando uma nova perspetiva de um futuro mais sustentável. Desta forma, uma equipa de alunos, coordenados pela professora de Física e Química, propõe-se, para além do cultivo de alguns alimentos, a desenvolver uma solução inovadora e sustentável, usando a energia solar para a rega automática da horta. A utilização desta fonte de energia, gera impactos não apenas ambientais, como também sociais, económicos e culturais. A partir da utilização da energia solar para a rega automática da nossa horta biológica, acreditamos que estamos a promover não só a consciencialização dos nossos alunos como também o uso dos recursos da terra, preservando assim um habitat natural existente na escola.

O projeto Eco-Escolas do Colégio desenvolve ainda um diversificado conjunto de iniciativas para toda a comunidade sob a forma de conferências, desafios, concursos e outras atividades a desenvolver em dias temáticos (como o Dia Mundial do Ambiente, o Dia Mundial dos Oceanos e o Dia Nacional da água). Neste âmbito, e em Parceria com os SMAS, no dia 21 de março (dia do Eco-Escolas) o nosso Colégio vai dinamizar a palestra “Viagem ao mundo da água” e apresentar pela primeira vez o hino Eco-Vale, num trabalho colaborativo entre os alunos do 2º Ciclo do Colégio, em conjunto com os respetivos professores de Educação Musical.

Acreditamos que, pouco a pouco, estamos a criar gerações mais conscientes, mais responsáveis e mais envolvidas na preservação da Terra, o que nos levará, certamente, a um mundo mais verde e a um planeta mais azul.

Prof.ª Sónia Esteves e Prof. Ricardo Cachapa

“À grande e à francesa”

A língua portuguesa é muito rica em expressões populares que usamos diariamente, mas não fazemos a mínima ideia de como elas surgiram.

Este mês, vamos apresentar a expressão “à grande e à francesa”, que significa viver com luxo e muita ostentação.

“Queimar as pestanas”

A língua portuguesa é muito rica em expressões populares que usamos diariamente, mas não fazemos a mínima ideia de como elas surgiram.

Este mês, vamos apresentar a expressão “queimar as pestanas”, que significa estudar muito.

A expressão remonta a épocas muito antigas, antes do aparecimento da eletricidade, quando os estudantes, durante as noites de estudo, recorriam a uma lamparina ou a uma vela para conseguirem ler os livros que estavam a consultar. Como a luz era muito fraca, era necessário colocar o texto muito perto da chama e, ao aproximar os olhos do papel, podia queimar-se as pestanas. Apesar de, hoje em dia, termos eletricidade em nossas casas, a expressão manteve-se inalterada.

Prof.ª Ana Coelho

É muito importante conhecermos os nossos dentes, uma vez que são essenciais para os nossos hábitos básicos como mastigar, falar ou sorrir. Uma boa dentição, durante a infância, facilita o processo de mastigação, aprendizagem da fala e até da respiração e é importante que as crianças percebam como é importante cuidarmos dos dentes.

Os dentes de leite são os primeiros a erupcionar e devem receber de imediato todos os cuidados básicos de higiene. A forma como tratamos os primeiros dentes é que define o crescimento correto dos dentes seguintes.

A generalidade dos pais e educadores é de uma geração que teve o privilégio de brincar na rua, aprendendo a conhecer e a respeitar as diferenças, a liderar, a concordar e a discordar, mas sobretudo a interagir socialmente.

O mundo mudou e chegou a chamada “Era Digital”. Mudou o paradigma, mudou a forma das pessoas se relacionarem, mudou a forma das crianças brincarem e interagirem, enfim, chegou a tecnologia. Com esta mudança, os mais novos entram cada vez mais cedo no mundo virtual, através de tablets e de smartphones e esta nova forma de lazer começou a conquistar muito do tempo livre da vida das crianças e jovens, revolucionando as dinâmicas familiares.

Este mês falamos de NATAL! É impossível chegar a dezembro e não falar do Natal! É a altura mais maravilhosa do ano. Durante algumas semanas, o mundo ganha um brilho mágico, as pessoas parecem mais alegres e até o inverno parece mais acolhedor. Há um clima diferente no ar, votos de felicidade, mãos estendidas, confraternizações e brilhos estão por todo o lado! Por onde quer que andemos, as luzes piscam entre cores e formas, convidando-nos à celebração.

“Ter para os alfinetes”

A língua portuguesa é muito rica em expressões populares que usamos diariamente, mas não fazemos a mínima ideia de como elas surgiram.

“Rés-vés Campo de Ourique”

A língua portuguesa é muito rica em expressões populares que usamos diariamente, mas não fazemos a mínima ideia de como elas surgiram.

Este mês, vamos apresentar a expressão “Rés-vés Campo de Ourique”, que significa ficar muito perto de alcançar algo.

A expressão remonta a 1755 e à altura do terramoto que destruiu Lisboa, assolando ruas e becos até à zona de Campo de Ourique, que ficou intacta. O fenómeno sísmico destruiu a capital “rés-vés Campo de Ourique” e foi a partir daí que a expressão se generalizou.

Diz o ditado que é a dormir que as crianças crescem, e como em todos os ditados populares há alguma verdade neste. Na realidade, a hormona de crescimento é produzida durante o sono no entanto dormir é importante por muitas coisas mais. O sono ocupa um terço do tempo das nossas vidas, desempenhando um papel essencial na manutenção do equilíbrio biológico do sistema nervoso central. A privação do sono na idade adulta modifica a resposta a estímulos exteriores e está claramente associada a sonolência diurna; pelo contrário, nas crianças a privação do sono associa-se frequentemente a perturbações de hiperatividade e défice de atenção, bem como a alterações do comportamento e a depressão em adolescentes.

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